MBA em Design Thinking

MBA em Design Thinking: Inovação para Negócios

aulas interativas ao vivo pela internet

Disciplinas e Competências

Design Thinking


Aprenda a utilizar o Design Thinking para inovar e desenvolver soluções com foco total no cliente. Você aprofunda no entendimento de problemas complexos, gera ideias criativas para solucioná-los e desenvolve protótipos antes de implementá-las.

O MBA te prepara para praticar e facilitar a implementação da metodologia. Confira a seguir as disciplinas do curso e as competências adquiridas a cada etapa.

Nesta disciplina os alunos aprendem várias ferramentas para entender a fundo as necessidades do cliente. O mais importante é compreender a “desejabilidade” para que seu serviço ou produto seja uma solução que resolva de um problema do cliente. Os alunos aprendem as técnicas para captar o que acaba não sendo revelado em pesquisas superficiais, tradicionalmente utilizada pelo marketing. 

 

Competências:

  • Conduzir entrevistas em profundidade
  • Elaborar pesquisas quantitativas e qualitativas
  • Planejar estudo para observação de usuários
  • Coletar dados para o desenho da jornada do usuário

Nesta disciplina os alunos tratam todas as informações coletadas a partir das ferramentas de imersão (entrevistas, pesquisas, observação e jornada do usuário). Os alunos sintetizam este aprendizado sobre o público-alvo para criar soluções que atendam de fatos seus desejos ou necessidades.

 

Competências:

  • Desenhar jornada do usuário

  • Aplicar pesquisa netnográfica

  • Redigir aprendizados a partir da pesquisa netnográfica

  • Desenhar mapa de empatia

Nesta disciplina os alunos aprendem técnicas para criar soluções a partir de um mapa de empatia disponibilizado para a classe, que retrata as dores e necessidades de um grupo de pessoas. Os alunos criam então possíveis respostas para atender àquelas demandas, utilizando ferramentas que os conduzem a uma variedade de soluções originais, inovadoras, evitando assim respostas fáceis ou óbvias que podem não solucionar os problemas de fato.

 

Competências complementares:

  • Definir enquadramento do problema

  • Compor personas a partir de dados coletados

  • Conduzir brainstorming e suas variáveis

  • Construir storytelling

A partir da criação de inúmeras possíveis soluções para o problema definido, o aluno aprende a selecionar as ideias mais factíveis, alterá-las e aperfeiçoá-las. São exercícios de lapidação e incrementação. Nessa disciplina sim, o aluno poderá aprofundar suas soluções, expandir, discutir hipóteses e avaliar viabilidade, o que não é permitido na disciplina anterior que tem o intuito único de criar volume.

 

Competências complementares:

  • Conduzir scamper/mescrai

  • Conduzir teste da borboleta

  • Analisar desejabilidade

  • Analisar viabilidade técnica e comercial

Neste disciplina os alunos aprendem a prototipar. Aprendem a lidar tanto com protótipos digitais quanto físicos (com direito a papéis coloridos, cola e tesoura), de forma lúdica, o que proporciona um grande engajamento do público que irá interagir com as soluções. É uma disciplina divertida, mão-na-massa. Muito útil inclusive para os alunos  conseguirem conduzir posteriormente workshops de Design Thinking, serem “facilitadores” da metodologia.

 

Competências:

  • Criar protótipo simples

  • Criar protótipo conduzido pelo usuário

  • Aplicar testes com usuários

  • Aplicar simulação/encenação

Após desenvolverem habilidades para criar protótipos, os alunos terão a oportunidade de aplicar ferramentas para obter feedbacks bem estruturados do público-alvo. Não terão como resposta aprovações rasas, mas sim, conseguirão entender o que impactou o público, o que gerou dúvidas, o que pode não funcionar e o que poderia estar ainda melhor.

 

Competências:

  • Aplicar captura de feedback

  • Analisar feedbacks

  • Analisar viabilidade financeira

  • Justificar tomada de decisões

Impossível falar de Design Thinking sem discutir economia circular. Há anos a sustentabilidade deixou de ser apenas uma preocupação de gestores para se tornar algo que agrega valor às suas marcas, tornando-as financeiramente mais valiosas e sustentáveis a longo prazo. Nesta disciplina os alunos aprendem a conduzir o tema para que as soluções criadas não sejam rasas, mas que atendam a cadeia econômica como um todo: empresa, fornecedor, cliente, investidor, sociedade e meio ambiente.

 

Competências:

  • Conduzir um debate sobre a abordagem Cradle to Cradle

  • Justificar economicamente investimento em sustentabilidade

  • Recomendar inclusão e diversidade
  • Elaborar projeto sustentável

Nesta disciplina os alunos aprendem a implementar uma cultura de inovação de forma colaborativa, para que “inovar” se torne um processo e não um evento pontual. O aluno aprofunda seu entendimento sobre inovação e é capaz de formular políticas voltadas para tornar a inovação em ambientes corporativos um rotina, fazendo com que as empresas não corram o risco de não inovar.

 

Competências:

  • Identificar tipos de inovação

  • Comparar métodos ágeis

  • Definir melhores práticas de inovação

  • Implementar programa de inovação

Perguntas frequentes

Você terá uma verdadeira experiência de sala de aula, participando por áudio e vídeo, tirando dúvidas com os professores e construindo seu networking.

São 64 aulas interativas ao vivo e sete dias por semana de aprendizado na comunidade online. Você tem o apoio de professores dedicados, que são experts no assunto, e aprende junto com uma turma de profissionais de todo o Brasil.

Graduados em todas as áreas interessados em liderar processos de inovação e resolver problemas complexos.

Além da graduação, o curso requer apenas que o candidato seja curioso e tenha vontade de aprender. O curso ensina uma metodologia de entendimento a fundo de problemas, processo criativo de geração e prototipação de soluções inovadoras, bem como da sua testagem. Estes conhecimentos são valiosos para profissionais em vários momentos de suas carreiras. Tipicamente, os mais juniores aplicam tais conhecimentos em escopos menores que os mais experientes, mas para ambos eles podem fazer grande diferença.

Você utilizará apenas ferramentas via Web, não sendo necessário ter softwares específicos, nem um computador muito poderoso. Eventualmente utilizaremos recursos de papelaria, como papéis coloridos, caneta, tesoura, mas nada especialmente preocupante. Recomendamos fortemente que você utilize uma webcam, para facilitar as interações com colegas e docentes, que serão frequentes.

Coordenadora

Adriana Melo

Adriana Melo é diretora da ECDD, course leader em Design Thinking para o MIT Massachusetts Institute of Technology, via Emeritus,  professora da FGV e autora do livro “Design Thinking & Thinking Design”, Ed. Novatec, via Amazon. Presta consultoria em Inovação para clientes como TV Globo, XP Investimentos, Etex Group, DaVita Medical Center, Sebrae, entre outros.

Métodos Abordados

único

Sala de aula

Experiência de sala de aula, com alunos participando por áudio e vídeo, durante todo o curso. O ambiente também permite salas para trabalho em grupo organizadas em tempo real.

Ferramentas

Domine ferramentas digitais e analógicas para a implementação do Design Thinking, tais como: Adobe XD ou Figma para prototipação, Miro ou Whimsical para canvas e Google Drive para colaboração.

Métodos

Torne-se expert em Imersão, Mapa de empatia, Entrevistas e sua análise, Diagrama de afinidades, Ideação, Brainstorming, Brainwalking, Mescrai, Mind Mapping, Prototipagem, Testes e Storytelling, entre outros.

Networking

Colegas e docentes atuantes no mercado e que proporcionam um networking amplificado pela comunidade online de alunos, egressos e professores.

flexibilidade

Caso você precise se ausentar, o conteúdo fica gravado para seu acesso posterior. Você pode rever as aulas quantas vezes desejar durante o curso.

Mais prático

Você demonstra as competências em projetos que entrega a cada disciplina, e não em provas teóricas. Aprende de verdade a utilizar a metodologia do Design Thinking.

Design thinkING em ação

Empatia e Imersão

O mais importante é compreender a “desejabilidade” para que seu serviço ou produto seja uma solução que resolva de um problema do cliente. Aprende-se profundamente sobre o público-alvo para criar-se soluções que atendam de fatos seus desejos ou necessidades

Colaboração e Ideação

Criar soluções a partir de um mapa de empatia, com possíveis respostas para atender a demandas. Usa-se ferramentas que conduzem a uma variedade de soluções originais, inovadoras. Aprofunda-se nas soluções projetadas, expandindo-as, discutindo hipóteses e avaliando a sua viabilidade.

Prototipação e Viabilidade

Desenvolver tanto protótipos digitais quanto físicos. Consegue-se entender o que impacta o público, o que gera dúvidas, o que pode funcionar e o que poderia estar ainda melhor.

Gestão de Inovação

Garantir que soluções inovadoras atendam o ecossistema como um todo: empresa, fornecedor, cliente, investidor, sociedade e meio ambiente. Transformar inovação em processo contínuo, fazendo com que não se corra o risco de deixar de inovar.

Um time de professores experts

1
Karen César

CEO da Agência de Comunicação Red Bandana, com foco em design estratégico. Clientes relevantes: L'Oréal Paris - cliente desde 2000, Sofitel, Diageo, Pernod Ricard, Ellus, Kenneth Cole, La Prairie, Merck, Log-in Intermodal Logistics, Instituto Beleza Natural, Instituto Rio Moda, OSX- Grupo EBX, Kenner, entre outros. Mestrado Executivo Global em Administração de Empresas da Escola de Liderança Criativa de Berlim - Universidade de Steinbeis - Alemanha (Classes em Berlim, Tóquio, Xangai, LA e NY) - 2010 - 2012. Bolsa de estudos concedida pela Luezer's Archive Magazine. Bolsa de estudos para a Escola de Artes Visuais, Especialização em Design Gráfico e Publicidade - NY 1996. Diretora de Relações Institucionais da Abedesign - Associação Brasileira de Empresas de Design. Curadora de conteúdo das palestras da Semana Design Rio 2017.

2
Danielle Renner
Product Manager & Founder do Lab Change Maker e Consumer Insights Executive do Hurb, Danielle Renner é especialista em Design Thinking pela Stanford University, Henry Ford Foundation (EUA) e Instituto Europeo di Design Barcelona. Mestre em Administração com MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV e BA em Comunicação (PUC-Rio).Possui larga experiência em Projetos de Inovação e Experiência do Cliente. Profissional de design, pesquisa etnográfica e empírica, gerenciamento de projetos e de equipes multidisciplinares. Na área acadêmica, é professora de Design Thinking e UX Design nos programas de graduação e pós-graduação da ECDD - Escola de Comunicação e Design Digital do Instituto Infnet.
3
Leonardo Miranda

Mestre em Economia Criativa, com mais de 25 anos de experiência em design, design de interação, tecnologia e gerenciamento de projetos, Leonardo tem experiências com as metodologias scrum, kanban e design thinking. Liderou o desenvolvimento de produtos relevantes no mercado, com uma participação ativa desde o design do produto até a publicação em várias plataformas digitais, como Android, iOS, Smart TVs, Xbox e Sites.

Leonardo é professor de design thinking, design de interação, UX design, gerenciamento de projetos, gerenciamento de equipes e metodologias ágeis.

Foi Product Owner na Globo.com e Agile Coach na Globosat, por mais de 13 anos.

Possui especialização em Design Thinking pela University of Virginia - EUA.

4
Adriana Melo

Diretora da ECDD, course leader do MIT Massachusetts Institute of Technology, via Emeritus, e professora de Design Thinking da FGV. Adriana é designer pela ESDI (UERJ) com MBA Executivo pela Instituto COPPEAD de Administração da UFRJ e mestrado em International Management and Marketing, pela Université d´Angers, França. Durante 15 anos foi CEO da Arteccom e publisher da Revista Wide, publicação com tiragem mensal de 30.000 exemplares. Foi idealizadora do EDTED - Encontro de Design e Tecnologia Digital, que ocorria anualmente nas 10 principais capitais brasileiras e do WOB - Wide Open Business Conference (congresso mundial de inovação). Foi apontada pela revista japonesa Web Designing, como a principal referência na área criativa no país. Presta consultoria em Design Thinking e Inovação e é autora do livro “Design Thinking & Thinking Design”, Ed. Novatec, via Amazon.

O time de professores, naturalmente, pode ser alterado ao longo do tempo.

Uma escola inteira para você

A ECDD, Escola de Comunicação e Design Digital do Instituto Infnet, é uma escola exclusiva para a indústria criativa. Seus cursos oferecem formação interdisciplinar voltada para a prática no mercado, pela integração do Design com tecnologias e negócios, e incentivam a mentalidade empreendedora em seus alunos.

Flexível

Você assiste às aulas, estuda e faz os trabalhos no horário que puder.
Assistir ao vivo é o ideal, mas é você quem decide. Faça seu horário!

Portfolio

No projeto de cada disciplina, você coloca em prática o aprendizado e desenvolve o seu portfolio em Design Thinking. Em todas as disciplinas você aprende colocando a mão na massa e é avaliado pelo resultado de seu trabalho, do mesmo jeito que no mercado de trabalho. Você aprende a fazer diferença, na prática.

Impulsione sua carreira

trabalhando num mercado em alta

O Design Thinking vem crescendo há vários anos, pela sua capacidade de impulsionar inovações e facilitar a solução criativa de problemas complexos.

Não basta ser digital. Vivemos uma época de transformações aceleradas em que produtos e serviços frequentemente precisam ser reinventados. As mudanças também fazem com que marcas precisem se reposicionar.

A inovação, seja ela incremental ou disruptiva, nunca foi tão necessária. O Design Thinking é uma metodologia que vem revolucionando a gestão de empresas. Promove a aplicação de consagrados métodos de trabalho do design para a geração de inovação e soluções criativas para problemas complexos para marcas, produtos e serviços. Dominando a metodologia, você se diferencia no mercado.

ux-design

Perguntas frequentes

O Infnet é a melhor faculdade de tecnologia do Rio de Janeiro. Foi fundado em 1994, para o ensino de excelência voltado às necessidades do mercado, e tornou-se referência nesse segmento. A proposta do Instituto é ensinar tecnologia aplicada ao contexto de negócios, isto é, como uma ferramenta para o desenvolvimento das organizações.

Nossa qualidade foi reconhecida pelo MEC, que conferiu conceito máximo (5) para a modalidade EAD da instituição e para todas as graduações reconhecidas.
Este nível de qualidade só é possível pela metodologia que combina aulas ao vivo diárias e o aprendizado através do desenvolvimento de projetos com desafios reais da profissão. Além disso, a metodologia de avaliação por competências aproxima os alunos do mercado de trabalho.

Sim, com aprofundamento em cada disciplina, como se espera de um curso de especialização. Para nós, pós-graduação não pode ser videoaula gravada para autoestudo. 

É uma pós-graduação de verdade, com aulas de verdade.

Você precisará assistir a todas as aulas, ao vivo ou gravadas, como for melhor para você. Também precisará fazer os projetos e estudar os conteúdos indicados. É esperada uma dedicação média de cerca de oito horas por semana ao longo dos onze meses de aulas.

São profissionais que trabalham na área em que lecionam, recrutados dentre os melhores profissionais em empresas como Petrobras, White Martins, Stone, Globo, Dataprev, Eletrobras Furnas, Ágora, BNDES, Amil e Accenture. O Instituto Infnet acredita que só quem trabalha no setor é capaz de ministrar aulas conectadas com o mercado. Além disso, em sua maioria, possuem mestrado ou doutorado e as certificações cobertas no programa.

Sim, precisa – ao vivo ou gravadas. O ideal é conseguir assistir ao vivo para aproveitar ao máximo, mas não é obrigatório.  Para ser aprovado em uma disciplina, é necessário ter assistido todas as oito aulas até o dia da entrega do projeto, que acontece uma semana depois da última aula ao vivo.

Porque é uma pós-graduação para o aluno aprender de verdade, e não uma sequência de palestras.

Cada disciplina tem 45 horas de aulas, estudos e desenvolvimento de projeto, permitindo que o aluno aprofunde-se no assunto, em nível profissional.

Ter dezenas de disciplinas curtas e professores variados pode parecer bom à primeira vista, mas é a fórmula para um curso sem profundidade.

Você terá que fazê-la novamente (a mesma ou uma disciplina similar, indicada pela instituição).

O aluno aprende muito mais fazendo projetos ao longo de todo o curso do que em um TCC no final. Além disso, é muito comum no Brasil o aluno deixar de entregar seu TCC e perder o certificado.

Projetos espalhados durante a pós-graduação ajudam o aluno a manter o ritmo e oferecem oportunidades de avaliação mais aprofundadas e justas que provas online.

Você terá as mesmas oportunidades de aprendizado, com aulas ao vivo, colegas de classe, trabalhos e indicação de conteúdos adicionais para estudar.

Só existe uma forma transparente e objetiva de indicar o que o aluno domina ao final de um curso: uma lista de competências.

“Competência” é algo que você sabe realizar ou resolver. Ao final da pós-graduação, você terá um conjunto de novas competências para aplicar em seu trabalho.
Sim, o certificado da pós-graduação na modalidade Live é o mesmo de uma pós-graduação presencial.

Para assistir às aulas, basta um celular com câmera e boa conexão internet wifi ou 4g. Melhor ainda se você usar um desktop ou notebook com câmera e um confortável fone de ouvidos, que é a configuração recomendada.

A pós-graduação utiliza uma solução integrada de Moodle, Zoom, Workplace, biblioteca Safari e G Suite. Apesar de todos eles terem versões para mobile, em vários momentos será bem mais confortável usar um computador.

Alguns títulos de pós têm exigências específicas de hardware para a utilização de máquinas virtuais e labs remotos.

Para fazer sua matrícula, converse conosco abaixo: